Nós até não nos podemos queixar, a Sofia não é daqueles bebés que chore e berre a noite toda. Aliás, a Sofia não chora muito. Normalmente protesta e chorar só mesmo quando tem muita muita fome. Ou cólicas mas isso só nos aconteceu uma vez.
Quem está a ver se me põe maluca é a pediatra. Um mês e meio e ainda é suposto acordarmos a Sofia a cada 3 horas e meia durante a noite. E o que custa a acordar quando ela está mesmo adormecida. Dói o coração, começámos a ver que ela já precisa de fazer uns soninhos maiores e quando a acordamos a maioria das vezes não come nada de jeito de tanto sono.
Da minha parte este cansaço acumulado começa a afectar-me. Esta noite, não sei que raio aconteceu, saltamos uma mamada, a das 2 da manhã. E só acordei na mamada seguinte porque o maridão, também não sei como, acordou. Verdade seja dita a Sofia dormiu este tempo todo que nem um anjinho, prova que já precisa de uns soninhos maiores. A cachopa nunca tinha dormido tantas horas seguidas. Por volta das 5, hora em que acordamos, também ela estava a despertar, cheia de fominha. Comeu lindamente e ferrou outra vez. Mal não lhe fez, com certeza.
Mas digo-vos uma coisa, peso na consciência à parte por não ter conseguido acordar, ou ter desligado o alarme ainda a dormir ou lá o que raio se passou, estas 5 horinhas a dormir souberam-me pela vida!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
As dificuldades da amamentação
Antes de ter a minha filhota por todo o lado me diziam e li em livros e revistas coisas sobre a amamentação. E em todos a linha condutora e a impressão com que se fica é que a amamentação é uma coisa super natural e que de adquire por instinto quando o bebé nasce (como se de repente nos instalassem o programa Amamentação). Acredito que para algumas pessoas de facto assim será mas nem sempre. De facto não estava preparada para as dificuldades que ia encontrar e que têm sido fonte de ansiedade para mim. Para piorar as coisas, acho que uma das enfermeiras, sem querer, potenciou bastante esta situação.
O que se passou comigo foi o seguinte:
No segundo banhinho que a Sofia tomou no hospital, a enfermeira que nos acompanhou nesse dia resolveu pesar a Sofia, uma vez que era uma bebé pequenina. Ao pesar, descobrimos que nesses 2 dias ela já tinha perdido praticamente os 10% de peso que os recém-nascidos podem perder nos primeiros dia. Ao ver isso vira-se para nós “já perdeu este peso todo! Têm que ir já lhe dar de comer! E a partir de agora têm que comer de 3 em 3 horas!” (as indicações que nos tinham dado era não deixar passar mais de 4 horas). A verdade é que a forma como o disse, provavelmente sem se aperceber, conseguiu pôr-me a mim e ao Maridão em stress, sentimento que acabou por me acompanhas a partir daí. Na consulta a pediatra acabou por validar este sentimento porque nos pos em regime de 3 em 3 horas de noite e a cada 2horas e ½ de dia.
Entretanto a Sofia desde o primeiro dia é uma dorminhoca. Quando adormece ferra mesmo e é um sarilho para a conseguirmos acordar para comer. Agora imaginem o que é a meio da noite! É difícil, muito difícil. Só falta por a miúda a fazer o pino. Tiramos-lhe as calcinhas para ficar menos confortável, fazemos cócegas nos pés, no corpo todo a tentar ver se a arreliamos, em ultimo caso compressa molhada nos pezitos. Mesmo assim é uma luta e é normal ela adormecer várias vezes na mesma mamada. Como estava só com maminha acabamos por não ter noção se está a comer como deve ser ou se metade do tampo está só a chuchar na maminha.
Na segunda consulta a pediatra mandou tirar leite com a bomba para dar um reforço à noite para ver se nós conseguíamos descansar melhor. E funcionou.
Entretanto a Sofia, apesar de estar a aumentar muito bem (a médica deu-nos o objectivo de 200g por semana e ela estava a engordar 300g, chegou a aumentar 100g num dia) começou a mamar pior durante o dia. Mamava um bocadito e depois começava a puxar a maminha, a virar a boquita de um lado para o outro e a ficar numa tremenda agitação. Acabei por lhe dar o beberão de vez em quando depois da maminha mas sem saber se estava a fazer bem, já me tinham dito que era asneira porque ia ficar habituada e depois não queria mais nada. Acabei por ligar à pediatra que me disse que a prioridade é engordar e por isso dar biberão a todas a refeições depois da maminha. E assim foi.
A verdade é que apesar de ser mais uma sobrecarga (imaginem além da maminha e mudar a fraldinha ainda tenho que tirar leite e esterilizar o equipamento a todas as mamadas, mesmo de madrugada) têm resultado muitíssimo bem e a Sofia têm comido muito bem. A mim deu-me a paz de alma que estava a precisar. E acabei por me aperceber que todo este stress nem me estava a deixar aproveitar como deve ser estes primeiros tempos com a minha boneca.
O que se passou comigo foi o seguinte:
No segundo banhinho que a Sofia tomou no hospital, a enfermeira que nos acompanhou nesse dia resolveu pesar a Sofia, uma vez que era uma bebé pequenina. Ao pesar, descobrimos que nesses 2 dias ela já tinha perdido praticamente os 10% de peso que os recém-nascidos podem perder nos primeiros dia. Ao ver isso vira-se para nós “já perdeu este peso todo! Têm que ir já lhe dar de comer! E a partir de agora têm que comer de 3 em 3 horas!” (as indicações que nos tinham dado era não deixar passar mais de 4 horas). A verdade é que a forma como o disse, provavelmente sem se aperceber, conseguiu pôr-me a mim e ao Maridão em stress, sentimento que acabou por me acompanhas a partir daí. Na consulta a pediatra acabou por validar este sentimento porque nos pos em regime de 3 em 3 horas de noite e a cada 2horas e ½ de dia.
Entretanto a Sofia desde o primeiro dia é uma dorminhoca. Quando adormece ferra mesmo e é um sarilho para a conseguirmos acordar para comer. Agora imaginem o que é a meio da noite! É difícil, muito difícil. Só falta por a miúda a fazer o pino. Tiramos-lhe as calcinhas para ficar menos confortável, fazemos cócegas nos pés, no corpo todo a tentar ver se a arreliamos, em ultimo caso compressa molhada nos pezitos. Mesmo assim é uma luta e é normal ela adormecer várias vezes na mesma mamada. Como estava só com maminha acabamos por não ter noção se está a comer como deve ser ou se metade do tampo está só a chuchar na maminha.
Na segunda consulta a pediatra mandou tirar leite com a bomba para dar um reforço à noite para ver se nós conseguíamos descansar melhor. E funcionou.
Entretanto a Sofia, apesar de estar a aumentar muito bem (a médica deu-nos o objectivo de 200g por semana e ela estava a engordar 300g, chegou a aumentar 100g num dia) começou a mamar pior durante o dia. Mamava um bocadito e depois começava a puxar a maminha, a virar a boquita de um lado para o outro e a ficar numa tremenda agitação. Acabei por lhe dar o beberão de vez em quando depois da maminha mas sem saber se estava a fazer bem, já me tinham dito que era asneira porque ia ficar habituada e depois não queria mais nada. Acabei por ligar à pediatra que me disse que a prioridade é engordar e por isso dar biberão a todas a refeições depois da maminha. E assim foi.
A verdade é que apesar de ser mais uma sobrecarga (imaginem além da maminha e mudar a fraldinha ainda tenho que tirar leite e esterilizar o equipamento a todas as mamadas, mesmo de madrugada) têm resultado muitíssimo bem e a Sofia têm comido muito bem. A mim deu-me a paz de alma que estava a precisar. E acabei por me aperceber que todo este stress nem me estava a deixar aproveitar como deve ser estes primeiros tempos com a minha boneca.
Agora é só andar em frente e rezar para que a pediatra na próxima consulta nos deixe fazer um períodos maiores (estamos com 3 horas durante o dia e 3 e ½ de noite). Que bom que era…
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
A minha boneca com 3 semanas e 3 dias
Está a ficar uma senhora. Está bem gordinha (já tem papadinha e pernas gordinhas) e bem mais comprida. Já têm 3 babygrows que lhe ficam mesmo À justa no comprimento. Ainda bem... também, com o regime de mama a cada 2h e 1/2 durante o dia e 3 horas durante a noite, tinha mesmo que crescer.
Agora tenho esperança que na próxima consulta a pediatra nos liberalise um pouquinho a alimentação, pelo menos a cada 4 horas... custa tanto acordá-la para comer...
Agora tenho esperança que na próxima consulta a pediatra nos liberalise um pouquinho a alimentação, pelo menos a cada 4 horas... custa tanto acordá-la para comer...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
O dia do nascimento - a estadia no hospital
A escolha do Hospital da Luz parta ter a Sofia foi muito mas muito ponderada. Regra geral acho que os hospitais do estado seriam uma melhor escolha, quer a nível dos profissionais quer a nível dos equipamentos.
Acabamos por escolher para o privado por uma questão de conforto (depois de garantirmos que a unidade reunia as condições técnicas para ter a Sofia em completa segurança). Por sorte, a recomendação da médica obstetra, que foi feita pela minha médica de família, foi espectacular. De facto a Dra. Paula Artiaga é super-competente e bem disposta sem deixar de dizer o que têm a dizer, foi uma sorte ter conseguido ser seguida por ela (o que não foi fácil, normalmente só aceita novas consultas por recomendação).
As condições físicas do Hospital são espectaculares, o ambiente é super-tranquilo (realmente não parece um hospital) e todos os espaços são super-luminosos (com excepção da sala de dilatação e da sala de cesarianas que não têm janelas).
O quarto de internamento é espaçoso e simpático, de facto parece um quarto de hotel. À chegada temos uns kits de amostras de várias marcas com coisinhas para os babys (sempre simpático). São limpos todos os dias e as assistentes estão sempre por perto e disponíveis quando chamamos para o que for necessário.
As diferentes equipas que encontrei (na maternidade e depois no internamento) destacam-se pela simpatia, profissionalismo e disponibilidade, quer para qualquer ajuda ou esclarecimento que seja necessário. Em especial as enfermeiras no internamento. Qualquer uma das enfermeiras que encontrei foram super-simpáticas e tiveram um papel muito importante nos primeiros dias da Sofia. O acompanhamento do inicio da amamentação e dos primeiros cuidados foi de grande importância para nós. Só gostava de ter podido trazer uma das enfermeiras comigo para casa..
No geral tive uma boa experiencia e a recuperação foi bem mais rápida do que eu imaginava. A Sofia nasceu às 13:19 e era meia noite a enfermeira já me estava a por de pé. Hoje só me custa um pouquinho a costura, toda a zona ainda não está a 100% mas acho que é normal, apesar de já bastante corriqueira, a cesariana sempre é uma cirurgia.
Detalhe: passado 2 ou 3 dias ligaram-me do departamento de qualidade do Hospital da Luz para me fazerem um inquérito de satisfação do serviço prestado. Num país em que tudo parece funcionar mal, uma organização destas é uma lufada de ar fresco...
Acabamos por escolher para o privado por uma questão de conforto (depois de garantirmos que a unidade reunia as condições técnicas para ter a Sofia em completa segurança). Por sorte, a recomendação da médica obstetra, que foi feita pela minha médica de família, foi espectacular. De facto a Dra. Paula Artiaga é super-competente e bem disposta sem deixar de dizer o que têm a dizer, foi uma sorte ter conseguido ser seguida por ela (o que não foi fácil, normalmente só aceita novas consultas por recomendação).
As condições físicas do Hospital são espectaculares, o ambiente é super-tranquilo (realmente não parece um hospital) e todos os espaços são super-luminosos (com excepção da sala de dilatação e da sala de cesarianas que não têm janelas).
O quarto de internamento é espaçoso e simpático, de facto parece um quarto de hotel. À chegada temos uns kits de amostras de várias marcas com coisinhas para os babys (sempre simpático). São limpos todos os dias e as assistentes estão sempre por perto e disponíveis quando chamamos para o que for necessário.
As diferentes equipas que encontrei (na maternidade e depois no internamento) destacam-se pela simpatia, profissionalismo e disponibilidade, quer para qualquer ajuda ou esclarecimento que seja necessário. Em especial as enfermeiras no internamento. Qualquer uma das enfermeiras que encontrei foram super-simpáticas e tiveram um papel muito importante nos primeiros dias da Sofia. O acompanhamento do inicio da amamentação e dos primeiros cuidados foi de grande importância para nós. Só gostava de ter podido trazer uma das enfermeiras comigo para casa..
No geral tive uma boa experiencia e a recuperação foi bem mais rápida do que eu imaginava. A Sofia nasceu às 13:19 e era meia noite a enfermeira já me estava a por de pé. Hoje só me custa um pouquinho a costura, toda a zona ainda não está a 100% mas acho que é normal, apesar de já bastante corriqueira, a cesariana sempre é uma cirurgia.
Detalhe: passado 2 ou 3 dias ligaram-me do departamento de qualidade do Hospital da Luz para me fazerem um inquérito de satisfação do serviço prestado. Num país em que tudo parece funcionar mal, uma organização destas é uma lufada de ar fresco...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
O dia do nascimento - A cesariana
Então lá me vieram buscar (a mim e à minha caminha, achei uma certa piada, aquela cama esteve sempre comigo, desde a sala de dilatação, levou-me para a sala da cesariana e de volta para o recobro na sala de dilatação e finalmente para o meu quarto, onde ficou até eu sair) e levaram-me para a sala de cesarianas. Aqui o aparato é impressionante. A mesa de operações com aquelas luzes enormes por cima e uma consola gigantesca na cabeceira com uma catrefada de instrumentos, a mesa de neonatologia/reanimação onde são recebidos e observados os recém-nascido, o armário cheio de medicação e descartáveis. Lá veio a enfermeira e a anestesista para me dar a epidural (até elas chegarem lá fiquei eu com a batinha vestida de rabo à mostra um bom bocadito, sentada em cima da mesa de operações. Situação estranha...). A anestesista (que teve o cuidado de me ir dizendo tudo o que ia fazendo) começou por me anestesiar a pele, que neste processo todo ainda foi o que doeu mais e que foi quase nada. De seguida, ainda eu sentada, pediu para não mexer nada e colocou o cateter. Depois pediu para me deitar. A sensação da epidural é deveras estranha. As pernas começaram por ficar pesadas e só depois temos noção da perda de sensibilidade.
Depois taparam-me a visão com um pano e ali fiquei eu, nuinha de perna escancarada enquanto preparavam o resto (desinfecção, etc.). Finalmente lá vem a minha médica e outro senhor que não percebi quem era e finalmente lá deixaram entrar o maridão.
Começa a cirurgia. A sensação é bem estranha porque não temos dores mas sentimos mexer, parece que nos estão a revolver as entranhas. E nós ali, completamente acordados. O meu marido lá ia falando comigo para me tentar distrair e eu lá lhe dizia que "isto é bem estranho".
A cirurgia em si foi rapidíssima, a anestesista pergunta-me se queria ver a bebé, eu digo que sim. Entretanto acho que ouvi um choro mas não tenho bem certeza, foi tudo muito rápido. Ela baixa um pouco o pano e lá vem a Sofia por cima do pano ainda coberta de sangue e fluidos e encostam-na à minha carinha como quem dá um beijinho. Nesta fase confesso, fiquei super-emocionada e vieram-me as lágrimas aos olhos. Levam novamente a pequenina para ser observada pela neonatologista e passado um pouquinho perguntam ao meu marido se queria ir buscar a filha. Ele vai e volta já com ela nos braços, enroladinha numa mantinha de algodão. Que momento.
Mais uma vez pediram ao maridão para sair (por esta altura já devia conhecer aquele corredor de cor e salteado...), acabaram o que havia para acabar e deitaram na minha caminha, com a minha menina ao lado. E a partir daí ela nunca mais deixou a minha beira. Esteve sempre juntinho a mim.
Depois taparam-me a visão com um pano e ali fiquei eu, nuinha de perna escancarada enquanto preparavam o resto (desinfecção, etc.). Finalmente lá vem a minha médica e outro senhor que não percebi quem era e finalmente lá deixaram entrar o maridão.
Começa a cirurgia. A sensação é bem estranha porque não temos dores mas sentimos mexer, parece que nos estão a revolver as entranhas. E nós ali, completamente acordados. O meu marido lá ia falando comigo para me tentar distrair e eu lá lhe dizia que "isto é bem estranho".
A cirurgia em si foi rapidíssima, a anestesista pergunta-me se queria ver a bebé, eu digo que sim. Entretanto acho que ouvi um choro mas não tenho bem certeza, foi tudo muito rápido. Ela baixa um pouco o pano e lá vem a Sofia por cima do pano ainda coberta de sangue e fluidos e encostam-na à minha carinha como quem dá um beijinho. Nesta fase confesso, fiquei super-emocionada e vieram-me as lágrimas aos olhos. Levam novamente a pequenina para ser observada pela neonatologista e passado um pouquinho perguntam ao meu marido se queria ir buscar a filha. Ele vai e volta já com ela nos braços, enroladinha numa mantinha de algodão. Que momento.
Mais uma vez pediram ao maridão para sair (por esta altura já devia conhecer aquele corredor de cor e salteado...), acabaram o que havia para acabar e deitaram na minha caminha, com a minha menina ao lado. E a partir daí ela nunca mais deixou a minha beira. Esteve sempre juntinho a mim.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O dia nascimento - A chegada ao hospital
Passado já alguns dias do nascimento da Sofia ( e que loucos dias) começamos agora a ganhar alguma calma e que me permite vir cá ao cantinho com mais tranquilidade. Estes dias têm sido demasiado rápidos e caóticos, entre o nascimento e o seu processo fisiológico, as visitas, a adaptação à Sofia e a Sofia a nós (que inclui levantar 50 mil vezes numa noite para dar de mamar), os avós e a adaptação da casa e das nossas rotinas a esta nova situação. A somar a isto tudo o sentimento esmagador de responsabilidade por aquela que já é a coisinha mais importante do nosso mundo e a ansiedade de novos pais que não sabem ainda muito bem como se faz as coisas (será que ainda respira? Será que vou ser capaz de dar banho? Será? Será?)
Agora com mais calma já consigo olhar para trás para o dia do nascimento.
Começou bem cedinho, tínhamos indicação de estar no hospital às 9 h da manhã. A noite anterior foi feita numa surpreendente calma e tranquilidade, sem stress. Malinhas prontas e à porta para arrancarmos logo de manhãzinha.
Chegados ao Hospital da Luz fomos fazer o "check in" (bem podia ser, de facto o Hospital mais parece um hotel de 5 estrelas. Daqui levam-me a mim para uma das salas de dilatação, sempre com muita simpatia, para me preparar. Deram-me uma bata, chinelos e roupão. Feito isto, a enfermeira colocou-me um comprimidinho no colo do útero para iniciarmos a indução e ligou-me ao soro e ao CTG. Depois lá deixam entra o maridão. A partir daqui foi esperar. Devemos ter esperado aí uma 3 horas. De vez em quando lá vinha uma enfermeira ajeitar o CTG porque sempre que me mexia aquilo deixava de detectar o bebé ou a batimento da bebé diminuía (estive estas horas todas praticamente sem me mexer por causa disso. Já não tinha posição...) e a minha médica também passou por lá. Passado algum tempo começo a sentir uma ligeiras contracções (muito suaves, não se pode dizer que fossem dolorosas). Passado esse tempo todo a ser monitorizada surge novamente a médica a dizer que quando as minhas contracções vinham o batimento cardíaco da Sofia diminuía. Sendo assim não íamos esperar mais, estavam a terminar uma cesariana e a seguir íamos nós. Aqui sim começou o friozinho na barriga. Vieram-me por a oxigénio enquanto esperávamos e lá me vieram buscar (o maridão mais uma vez ficou à espera do lado de fora) para irmos para a sala de cesarianas.
Agora com mais calma já consigo olhar para trás para o dia do nascimento.
Começou bem cedinho, tínhamos indicação de estar no hospital às 9 h da manhã. A noite anterior foi feita numa surpreendente calma e tranquilidade, sem stress. Malinhas prontas e à porta para arrancarmos logo de manhãzinha.
Chegados ao Hospital da Luz fomos fazer o "check in" (bem podia ser, de facto o Hospital mais parece um hotel de 5 estrelas. Daqui levam-me a mim para uma das salas de dilatação, sempre com muita simpatia, para me preparar. Deram-me uma bata, chinelos e roupão. Feito isto, a enfermeira colocou-me um comprimidinho no colo do útero para iniciarmos a indução e ligou-me ao soro e ao CTG. Depois lá deixam entra o maridão. A partir daqui foi esperar. Devemos ter esperado aí uma 3 horas. De vez em quando lá vinha uma enfermeira ajeitar o CTG porque sempre que me mexia aquilo deixava de detectar o bebé ou a batimento da bebé diminuía (estive estas horas todas praticamente sem me mexer por causa disso. Já não tinha posição...) e a minha médica também passou por lá. Passado algum tempo começo a sentir uma ligeiras contracções (muito suaves, não se pode dizer que fossem dolorosas). Passado esse tempo todo a ser monitorizada surge novamente a médica a dizer que quando as minhas contracções vinham o batimento cardíaco da Sofia diminuía. Sendo assim não íamos esperar mais, estavam a terminar uma cesariana e a seguir íamos nós. Aqui sim começou o friozinho na barriga. Vieram-me por a oxigénio enquanto esperávamos e lá me vieram buscar (o maridão mais uma vez ficou à espera do lado de fora) para irmos para a sala de cesarianas.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Olá. Eu sou a Sofia.
Nasci no dia 14 de Outubro, às 13:19 no Hospital da Luz.
Nasci com 2,750 kg e 44,5 cm.
Os meus papás andam tooooooodos derretidos comigo...
Nasci com 2,750 kg e 44,5 cm.
Os meus papás andam tooooooodos derretidos comigo...
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